investir no futuro

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Nem que seja para dar algum substrato teórico ao meu maior vício.

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5 thoughts on “investir no futuro

    1. sou de matemáticas, aprendi isso nas economias, tive tb inteligência artificial e programação e sobretudo sou hardcore gamer desde 1980 e picos 🙂 não sei programar a este nível, mas existem ferramentas de desenvolvimento de protótipos interessantes. Vamos lá ver. Curiosamente, tem uma relação muito nítida com a escrita e também me pode ajudar nessa parte.

    2. concordo, há coisas na escrita que têm muitos paralelos entre com o storytelling e tipo de imersão de um jogo. da mesma maneira, num caso e noutro, tens de agarrar o leitor/jogador e criar uma dinâmica que o conduza, sabendo, ao mesmo tempo, que não o consegues prender só pelo storyline se não tiveres contexto, e cenários, e profundidade de personagens – e depois jogar com isto tudo e perceber como podes fazer vários mix completamente distintos destas componentes (and get away with it) 🙂

      (quanto à programação, hoje em dia é quase tudo feito com toolkits, o que nem é completamente mau: permite que os game designers se foquem mais no jogo, e menos na implementação: o que não é isento de desvantagens, mas alarga a base de quem pode efectivamente criar jogos)

  1. Recentemente pediram-me para rever o “plot” de um boardgame em projecto que tinha uma forte componente de storytelling (a descair para o roleplaying). Tive a ler um pouco sobre o assunto e, só por si, essa componente de arquitectura de jogos já é um mundo.

    Metes-lhe programação à mistura e, nesse capítulo, já eu fico à deriva lá ao fundo 🙂

  2. Quando trabalhava em produção de conteúdos, a primeira vez que vi um game design doc, para um jogo de telemóveis, fiquei fascinado com o nível de detalhe e sofisticação. E isto num jogo sem grande complexidade (ou qualidade).

    Também tem sido interessante ver o desenvolvimento de conceitos de “jogo” (que são muito antigos), em áreas diversas, da educação a ferramentas de comunicação, sob o buzzword da gamificação. Aliando isso a capacidades de programação, que não tenho, é mesmo uma ‘linguagem de futuro’.

    Na linha do conseguir inovar a partir de pouco, confesso que que este protótipo do Pillow Case – http://www.youtube.com/watch?v=HOfll06X16c – me deixa entusiasmado. E depois há o The Witness que nunca mais aparece…

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