MØ (lê-se mu, como a vaca)

O disquinho de estreia da dinamarquesa MØ, o No Mythologies to Follow para além de substancialmente épico em qualidade e extensão… nada, era só isso, é épico em qualidade e extensão.
Ela gravou as vocais todas no próprio quarto, com os velhos cobertores da fase hippie da mãe a servirem-lhe de biombo. Não tenho mais dados curiosos a fornecer. Deixamos uma faixa que se chama Pilgrim, mas antes uma que se chama Glass

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