pom pom pom petit pata pom pom

O Ariel Pink tem em comum com o R.Stevie Moore um talento inacreditável para fazer canções sem esforço aparente em todos os estilos musicais que existem à face de terra e em quantidades industriais. Os discos sucedem-se como fotografias da inspiração genuína (ou falta dela) dos dias em que as canções foram escritas e gravadas. As canções, mesmo as que emulam estilos e referências populares, nunca se atolam nos clichés dos géneros. O gajo re-inventa o que parecia não ter saída. São estupidamente catchy para quem não se afugentar com a produção que tende a ser crua e frenética em muitas faixas, especialmente as mais antigas.
Hoje descobri este artefacto:

(e sim, estou a fazer powerpoints e a analisar dados financeiros em casa a poucos dias do Natal, como é que adivinharam?)

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