submissão

Houellebecq, um novo livro. Não li o Soumission (que sai em Janeiro) mas é de longe o meu autor contemporâneo preferido, desde que li o A Extensão do Domínio da Luta (2006). A diferença para qualquer outro autor vivo que tenho lido é abissal. Vem na linha do meu preferido franciu, o Céline. Obviamente, tendo em conta o tema (e os temas anteriores), segue-se o ladrar pavloviano dos pseudo coiso.

Houellebecq foi então processado por insultar os muçulmanos e por incitar ao ódio racial, mas acabou absolvido. O escritor afirmou em tribunal que não desprezava os muçulmanos, mas apenas a sua religião, porque, argumentou, tal como o cristianismo e o judaísmo, se baseia em “textos de ódio”. No entanto, na entrevista à Lire, distinguiu a “beleza” da Bíblia, defendendo que “o imenso talento literário dos judeus” os tornava merecedores de que muito lhes fosse perdoado.

Como não gostar deste filho da mãe?

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