não há fome que não dê em fartura

Antes dizia “não” a cada pedido de beijoca e era muito comum ser esbofeteado se tentasse aproximar a cara quando não estava para aí virada (refiro-me à minha filha). Mas dava beijocas aos peluches, de quem eu tinha ciúmes. Sabemos que batemos no fundo quando temos ciúmes do Coelho Fofinho. Algo mudou nos últimos tempos. Hoje até me vi na inesperada situação de ter de lhe dizer “ok, agora chega!” porque não lhe conseguia ajeitar a roupa com tantos abracinhos e tive de literalmente passar um babete limpo pela minha bochecha viscosa. Toma, Coelho Fofinho, nhanhannha … É uma fase, já se percebeu que ela funciona por ciclos. Algures no futuro, vem uma média normal em que o rácio de beijinhos por hora se torna aceitável e funcional, não interferindo na logística delicada das manhãs. Mais no futuro, vou ter saudades desta fase beijoqueira. De outras não vou ter saudades nenhumas, como a da berraria desalmada de cada vez que a deitávamos para mudar a fralda!

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