tragédias a sério

Descobrir melhor os The Cramps depois do gajo morrer, deles acabarem, e saber que nunca os vou ver ao vivo.

O que é fantástico nestes filhos da mãe… não sei por onde começar. Primeiro há cena do casal Lux Interior e Poison Ivy Rorschach, o vocalista e a guitarrista. A gaja é a bad ass motherfucker dominatrix. O gajo anda de saltos altos e a rebolar-e no chão em submissão. Influências New York Dolls, T Rex, glam rock, mas o que acho piada é ao mesmo tempo serem o tal casal, enfim, não é o mesmo que serem extra-terrestres andróginos à Mark Boland ou David Bowie. Ele é o caos, ela é contida e toca bem como o raio, com riffs que eu chamaria de monolíticos, precisos, tight, muito longe da injusta imagem desta banda ser caótica. Isto é muito trabalho. Criam o universo deles que hoje parece mais um, mas foi seminal para um porradão de cenas. Enfim, muita pena, muita pena. Mesmo mais para o entradote, davam belos concertos.

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2 thoughts on “tragédias a sério

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