momento de fotografia poesia

Pan vai ao pique nique na floresta do centauro“, olympus om-d 5, pixel sobre ecrã, 2015
blurred

Ira, ira,
vinhas dela,
nos olhos do
do taxista.
Fosses apitar para a
a origem do mundo
de Gustave Courbet
da tua mãe
da póxima vez que
vires um velocípede
na tua faixa de
rodagem.

Está a correr bem até agora, noto uma diferença muito grande.

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5 thoughts on “momento de fotografia poesia

  1. A deificação dos contornos da gravitas que subverte o jogo de luz (verde vs. azul / preto vs. branco), recria o processo disruptivo que vimos várias vezes, por exemplo, entre os clássicos. Diria mais: os elementos hermenêuticos eu incluis na tua mais recente obra, não se inserindo numa escola surrealista, para mim claramente constituem pólos de atracção da plasticidade das correntes mais formalistas. Neste caso, sim, conseguiste alcançar o formalismo necessário à normatividade da desconstrução que a transmissão da mensagem artista exige.

    parabéns.

      1. esta reposta foi um bocado pós-moderna. não gostei. a partir de agora vou falar mal de ti. aliás, observando de novo a tua criação, acho que é falta-lhe sublimação interior. o poema podia ter sido escrito pela matilde campilho. e fico-me por aqui.

      2. Agora estou com o Crítico e contra ti. Vai-te preparando. É um mundo de vira-casacas.

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